Comandante-geral da PM-BA destaca ações contra facções e reestruturação da corporação

O comandante-geral da Polícia Militar da Bahia, Antônio Magalhães, ressaltou nesta quinta-feira (11), os avanços das ações da corporação no combate às facções criminosas e destacou as mudanças estruturais realizadas na instituição para ampliar a atuação em todo o estado.

“Nós temos intensificado as ações, ampliado a presença da polícia em todo o território baiano. E os resultados têm aparecido, graças a Deus. Os índices de violência têm diminuído, e isso a gente comprova não só com números, mas também com a sensação de segurança que as pessoas têm demonstrado. A ideia é essa: continuarmos nessa pegada de dar o melhor de nós, enquanto profissionais de polícia, para oferecer uma segurança pública melhor para toda a sociedade”, afirmou.

Magalhães também destacou a reestruturação da PM-BA, que transformou unidades em batalhões, ampliando o efetivo e a presença da polícia em diferentes regiões. “Fizemos uma proposta ao governador de reestruturação organizacional da nossa instituição. O governador aceitou, encaminhou para a Assembleia, que transformou em lei. Assim, unidades como as nossas Rondespas passaram a batalhões, o que proporciona maior controle e também uma atuação mais efetiva, com aumento de efetivo, viaturas e serviços na área”, explicou.

Segundo o comandante-geral, três grandes comandos regionais foram criados para reforçar a atuação da PM-BA. “Um regional no Médio Rio de Contas, em Jequié; outro no Centro-Norte, com sede em Irecê; e o terceiro no Litoral Norte, com base em Alagoinhas. Esses comandos serão liderados por coronéis promovidos com esse objetivo. O coronel Botelho assumirá o Meio-Oeste, o coronel Daniel ficará no Nordeste e o coronel Maceiro comandará o Litoral Norte”, detalhou.

Magalhães reforçou ainda que o objetivo maior da Polícia Militar é estar cada vez mais próxima da população. “Queremos fazer uma polícia de mãos dadas com a comunidade. Quanto mais diminuímos a área de atuação, mais próximos ficamos da sociedade a quem servimos”, concluiu.